É preciso admitir que temos um problema

Para onde vai o jornalismo musical brasileiro?

Para onde vai o jornalismo musical brasileiro?

Estamos de recesso, mas isso não nos impede de trazer umas previsões (ou chutes?) para 2026.

A segunda lista de melhores discos de 2025 do Silêncio no Estúdio está no ar.

Por mais de uma década o mainstream dominou as prioridades de público e crítica. Será que isso tem mudado nos últimos anos?

O marco fundador de uma das bandas mais importantes (e efêmeras) do rock britânico noventista.

Infelizmente, alguns sonhos envelheceram. Que a obra e a memória de Lô nos ajudem a reencontrar o caminho da invenção, da mágica e do risco.

Gênio total. Biblioteca criativa. O maior (ou o menor?). Vão sobrar adjetivos, e nenhum descreverá o que foi Jards Macalé, e a sorte que tivemos de compartilhar este plano terrestre com ele.

Ys, de Joanna Newsom, não envelheceu nem um minuto, ouvido 19 anos depois. Mas talvez outras coisas tenham envelhecido.

Em uma enorme "procissão indie", a banda chilena Candelabro nos convida a uma imersão irresistível, regada a guitarras, sopros, e lindas melodias vocais.

Como a ideia de "Brain rot" pode nos ajudar a compreender o fenômeno grosseiro do remake da novela Vale Tudo – e outras cositas.