O triste fim da música

Adeus, Brian.

Adeus, Brian.

Você provavelmente não ouviu nenhum desses novos artistas. Mas deveria.

Palestina Livre!

Em seu primeiro álbum de inéditas em 15 anos, a histórica banda se reinventa e entrega um disco fresco, atual e perfeito.

Em seu terceiro disco, Ebony lança uma pedrada. Uma obra madura, desafiadora e ... nova. AOTY?

Como sempre falamos por aqui, a experiência coletiva da música precisa ser recuperada. E já existem várias iniciativas neste sentido que podemos conhecer e divulgar.

O jovem Kai Slater, em seu primeiro disco solo, entrega um álbum de rara maturidade – e com um respiro "lofi de garagem" irresistível.

Alguém já falou por aqui essa semana que Artaud é um dos maiores discos da história do rock (mundial)?

Em uma época em que ser americano não está valendo muita coisa mesmo, o autointitulado homem dos $0 dólares abre suas vísceras em um disco intimista e confessional, de irresistível potência artística.

Post-Metal, dariacore (...). Qual microgênero iremos conhecer hoje? Ainda há culturas alternativas (ufa!).