O rock não estava morto. Só Suicidado pela sociedade

Alguém já falou por aqui essa semana que Artaud é um dos maiores discos da história do rock (mundial)?

Alguém já falou por aqui essa semana que Artaud é um dos maiores discos da história do rock (mundial)?

Em uma época em que ser americano não está valendo muita coisa mesmo, o autointitulado homem dos $0 dólares abre suas vísceras em um disco intimista e confessional, de irresistível potência artística.

Post-Metal, dariacore (...). Qual microgênero iremos conhecer hoje? Ainda há culturas alternativas (ufa!).

O Reggae-Dub reinventado em Noah Lennox. Nosso (sempre certeiro) Panda Bear.

Em sua segunda (e última?) vida, Fellini nos apresenta um disco revolucionário. Uma ópera alternativa de raro espírito inventivo.

Este é o primeiro texto de uma série com a discografia comentada da lendária banda brasileira Fellini.

Com (quase) agressão física ou não, a relação entre as bandas e a crítica no Brasil nunca foi suave. Em 1988 a Revista Bizz tentou mudar este panorama.

Os anos '80 não foram apenas a "década do rock nacional". Foram também a década da capilarização de cenas de rock alternativo por todo o país. Em SP este contexto foi particularmente fantástico.

No melhor momento criativo de sua carreira, e com enorme reconhecimento na América Latina, Os Paralamas do Sucesso foram detonados pela crítica nacional. O que isso nos conta a respeito da nossa cultura?

A banda argentina desafia o formato "unplugged" e entrega uma retrospectiva criativa e potente de sua impecável carreira.