
Só existe uma América
E ela não cabe em fronteiras inventadas, nem em narrativas hollywoodianas, muito menos na apropriação de um nome que nunca foi exclusivo.

E ela não cabe em fronteiras inventadas, nem em narrativas hollywoodianas, muito menos na apropriação de um nome que nunca foi exclusivo.

Como a validação instantânea dos reacts substituiu a crítica tradicional e como a curadoria pode ser o futuro.

A inteligência artificial pode fascinar, mas também pode desrespeitar. Quando a imagem de quem já se foi vira animação sem propósito, o encanto vira ruído.

Mais uma banda mascarada passando na frente de outras candidatas na disputada cadeira do rock (?) moderno

Com (quase) agressão física ou não, a relação entre as bandas e a crítica no Brasil nunca foi suave. Em 1988 a Revista Bizz tentou mudar este panorama.

Como o país que só premia o próprio umbigo pode julgar o que se deve ouvir?