2026: o ano silencioso de Irene

A quem interessa calar Bae Joohyun?

Este ano foi bastante agitado para Bae Joohyun, minha querida Irene. Além de um mini álbum de verão do Red Velvet, a diva lançou um incrível álbum solo (leia sobre aqui) e, mais recentemente, outro mini álbum, o Cheetah, na subunit Irene & Seulgi. Este último deu o que falar.

Lançado como primeiro mini álbum japonês e meio que de qualquer jeito, sem uma promoção e nem um MV decente, o release inaugurou uma série de especulações. Revluvs e baetokkis se revoltaram com o pseudo descaso da SM Entertainment que, além de simplesmente “jogar” o disco no ar, soltou umas fotos promocionais como se simplesmente tivessem pego uma cadeira, botado num lote atrás do estúdio e clicado às pressas.

Será que abandonaram as divas no estacionamento?

Seja como for, o disco bateu forte entre os fãs. E agora, mais de um mês depois do lançamento, resolveram também soltar um MV que faz jus ao tamanho do single. Achei incrível.

Com ou sem boicote, a subunit escancara a potência dessas duas artistas. A performance vocal e física de Seulgi, sempre absolutamente versátil e enérgica; o ar misterioso de sabedoria e imprevisibilidade de Irene. Está tudo aí no mini álbum, e também no clipe. O subgrupo é muito forte e Irene, que não para de trabalhar em 2026, mostra que, mesmo que tenha saído do K-pop (em tese a indústria mais “fabricada” da música atual), é uma das popstars mais autênticas de nossa época.

Me inspiro muito em Irene. Minha Idol coreana.